Quando começamos a falar sobre navegabilidade nos vem à memória que é a forma como o usuário irá navegar/explorar o site. A navegação intuitiva é fundamental para o sucesso do seu site. A grande verdade é que o usuário não gosta de ficar lendo longos e densos manuais, fazer diversos cursos ou mesmo passar horas para aprender a operacionalizar algo. Por isso que dizemos que uma boa navegação é a chave de sucesso para um profissional de UX e SEO e claro para todos os profissionais que estão envolvidos no negócio.
Isso se torna positivo quando falamos de compra de usuário e também trará benefícios em relação a otimização de sites e interfaces gráficas.
Quanto mais tivermos e recursos e categorias em um site, maior serão as estratégias que deveremos traçar em relação a navegabilidade, objetivando principalmente o usuário a não se perder dentro da estrutura do seu site e também conseguir visualizar as informações de uma forma objetiva.
Basicamente a navegabilidade vai contar com algumas interfaces gráficas para poder organizar, categorizar e dividir os conteúdos que estarão disponíveis dentro do site. E a interface gráfica irá utilizar de alguns recursos também como menus, ícones e mapas para dar uma boa experiência para o usuário.
Todos os sistemas precisam necessariamente possuir interfaces gráficas com uma boa usabilidade aplicada sobre ela. Um sistema completo mais robusto, no qual possua uma abrangência maior em relação as suas funcionalidades exigem que o desenvolvedor tenha uma atenção mais especial na análise da interface gráfica, para ser interpretado e atender as possíveis expectativas do usuário em relação às suas visões e objetos, tendo uma preocupação de não se apresentar uma na usabilidade de suas interfaces.
Quando avaliamos a interface gráfica, seguimos alguns conceitos genéricos como "eficácia, eficiência e satisfação com as quais usuários específicos atingem objetivos específicos em ambientes particulares” (INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION, 1997).
Então se formos classificar a interface gráfica, podemos dizer que é um modelo de interface que tem interação com dispositivos digitais, fazendo uso de elementos gráficos.
Existem vários tipos de interfaces gráficas como por exemplo, interface do usuário (GUI), interface de linhas de comando (CLI) que irá processar os comandos a serem enviados para um programa computacional em linhas de texto, e podemos citar também a interface baseada em menu, que funcionam apenas com teclas de seta e através do mouse.
Segundo pesquisas, o usuário de hoje não tem tempo em ficar adivinhando qual o caminho para achar o que procura no site, por isso Conrado Vaz (2008, p. 110), mostra uma frase de Charles Mingus, um músico americano, que disse: “Tornar o simples complicado é fácil; tornar o complicado simples é criatividade”.
Sabemos que quando estamos falando em tipos de navegabilidade, encontramos várias opções dependendo da necessidade do usuário. E sabendo disso, podemos citar o “backtracking”, por sua vez, este tipo de navegabilidade irá permitir que o usuário se mova pelos nodos já visitados em uma outra ocasião. Então irá constituir um “mecanismo de segurança para o usuário que pode fazer qualquer coisa no hipertexto e ainda estar certo de que pode voltar a um território familiar” NEMETZ (1995:31).
Existe um recurso bem interessante chamado "history lists” no qual, irá permitir que um usuário possa distinguir as páginas que ele já fez acesso e aquelas às quais ele ainda não acessou. Ele pode ser colocado como um arquivo temporário que irá guardar dentro dele os endereços das páginas já acessadas. Os “bookmarks” também servem de indicadores como as "history lists”. A única diferença é que nas history lists as páginas acessadas são colocadas dentro de uma lista e já nos bookmarks somente os nodos que desejamos são incluídos na listagem. Esse mecanismo possibilita a criação de um registro indicando as páginas de seu interesse, MARTIN (1992).
De acordo com MARTIN (1992), em geral, é aconselhável que o diagrama não ultrapasse o tamanho da tela, nem exiba excesso de informações, o que pode gerar confusão. Em casos em que o mapa for maior que este espaço, o usuário deve poder rolar a tela.
Temos ainda outras ferramentas como “thumbnail”, os indicadores como relógios, ampulhetas, termômetros, cursores, contadores e outros recursos que irão fornecer algumas informações em relação à navegação, como também o tempo de navegação, a espera, os contadores de ocorrências e diversas outras funcionalidades.
Para Guimarães (2003), as cores irão desempenhar funções específicas que podem assim ser separadas em dois grandes grupos:
∙ compreende as sintaxes e as relações taxonômicas, como: organizar, chamar a atenção, destacar, criar planos de percepção, hierarquizar informações, direcionar a leitura, etc.
∙ compreende as relações semânticas, como: ambientar, simbolizar, conotar e denotar.
O controle preciso e a especificação dos parâmetros de cor em displays é uma preocupação crescente para uma ampla gama de usuários que estão utilizando telas multicoloridas como um meio de organizar e transmitir informações quantitativas abrangentes. Uma parte fundamental do sistema de exibição em cores é a interface do usuário que permite a especificação, escolha e manipulação de cores na tela de exibição. A cor da interface é o elo essencial entre o usuário e o sistema de exibição.